domingo, 4 de junho de 2017

Nua - Desnudando a Alma: por, Mai Passos G.





Olá leitores!

A tia Mai sabe que está em falta com vocês, desde a última coluna publicada há mais de dois meses, onde eu escrevi Cartas para Lorena.
Infelizmente nem sempre a gente consegue continuar algo, quando se é escritor a dificuldade em poder conseguir escrever continuamente sem parar é complicado, e bloqueios criativos sempre acontecem, ainda mais quando há outros projetos de escrita paralelos. Para não parar de escrever aqui para o Blog, eu e o Salvattore resolvemos reformular a coluna e fazer algo novo para que eu possa estar sempre atualizando vocês e possamos continuar nosso contato semanal.

Na loucura de reformular a coluna e trazer novas ideias resolvi criar a “Nua” uma coluna onde vu expor os sentimentos mais crus, as necessidades e anseios que enfrento hoje, e claro vou querer que vocês me contem sobre o de vocês.

Queremos criar um local onde possamos nos aproximar e dividir nossas dúvidas e questões de uma forma bem descontraída e legal.
Para essa estreia deixo para vocês uma reflexão, e se você se identifica com ela e tem uma história para nos contar, por favor, nos conte! Você pode enviar uma email para maipassosg@gmail.com, se quiseres pode enviar anônimo, não lhe identificaremos.

“Eu sempre me perguntei qual era o limite para aceitar tanta dor.Em algum momento da vida, todas as coisas me tomaram, sufocando. Sentia as mãos tremer, o coração apertar e todas as dúvidas me corroerem.
Eu era só uma garota que queria sair da escola e ganhar o mundo, arrumar as malas e sair por aí, conhecendo o mundo, mas quando a gente é adolescente ainda não conhecemos a realidade do mundo, o sonho é tão grande que nos desligamos da realidade enquanto ansiamos para tudo aquilo que queremos se realize. Então a gente cresce e abre os olhos, acorda do sonho e vê que ali, logo em frente, está toneladas de responsabilidades, emprego, contas, necessidades de comer, dormir, comprar e aqueles sonhos parecem cada dia mais distantes, porque não tem como coloca-los a frente do que precisamos.
A cobrança de ser alguém reconhecido, de sair da escola, entrar na faculdade, entrar na pós, no mestrado, doutorado, até atingir uma carreira onde o principal objetivo é ter dinheiro, e quando o conseguimos e podemos realizar aquele sonho de sair pelo mundo viajando, notamos que estamos cansados demais para sonhar.
A vida, meu caro, custa caro, custa tempo, custa nós.
A vida vem e acontece, e as responsabilidades nos arrastam em um ciclo vicioso sem fim, sempre repetindo as mesmas coisas, como roteiro de um filme clichê.É preciso desentocar, fazer diferente, ser diferente, buscar o que nos faz feliz.Precisamos sim ser responsáveis, mas nossa maior responsabilidade é buscar a felicidade e aproveita-la o máximo”

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