terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Entrelinhas Por Suellen Mendes: Christmas Dreams - Ho! Ho! Ho! Feliz Natal? (Parte 2/2)

Olá, queridos!
Como prometido no sábado, hoje postarei a segunda parte da história de Cammy e Augusto. O que você está achando? Não deixe de dar sua opinião!
Beijinhos!


Christmas Dreams - PARTE 2/2

Por Suellen Mendes

Ho! Ho! Ho! Feliz Natal?
Cammy

Quase uma hora depois, Ivan e eu voltamos para a sala, todos estavam ali e não gostei de ver o quanto o tempo em que estive em meu quarto foi o suficiente para deixar Augusto em um péssimo estado.

- Vocês demoraram. – Carol disse baixinho ao se aproximar de mim.

- Estávamos jogando. O Ivan achou que seria bom mostrar para o Augusto o quanto estamos apaixonados. Ele acha que talvez isso mexa com o Guto.

- Pode ter certeza de que mexeu. – A Caroline era a única pessoa além do Ivan que sabia sobre os meus sentimentos por Augusto. As vantagens de se ter uma irmã gêmea é poder confiar em alguém com que se tem um laço tão profundo que chega a ser difícil explicar. – Desde que vocês subiram, o Guto não parava de olhar para o segundo andar, cheguei a pensar que ele fosse subir e colocar sua porta abaixo; mas ao invés disso ele se agarrou aquela garrafa de Montilla.

- Aff! – após revirar os olhos, encarei minha irmã. Caroline estava absolutamente linda naquele vestido pêssego. Devido ao balé, minha irmã tinha o corpo mais definido do que o meu, e seus cabelos desciam em ondas perfeitamente esculpidas até a linha da cintura mantendo sua coloração natural. Nenhuma marca, nem mesmo uma cicatriz lhe maculava a pele e ela poderia ser considerada um anjo por sua personalidade dócil, porém havia um segredo que seu coração ansiava por revelar.

- Já contou a eles? – perguntei.

- Ainda não, mas vou contar. Não posso entrar o próximo ano com essa angústia. Já está na hora de começar a viver a minha vida.

- Na verdade, minha irmã, já passou da hora.

Às 23h, demos início ao amigo secreto. Essa era a hora preferida da noite para mim; não pela troca de presentes, mas pelo modo como costumávamos brincar uns com os outros.

- O meu amigo secreto é uma pessoa carrancuda e que se pudesse passaria a vida em uma casa de praia.

- Otávio! – Ester gritou.

- Sim, é o papai. – respondi sorrindo, pois quem o conhecia sabia o quanto era sofrido pra ele ir a uma praia, quem dirá morar em uma; isso sem falar que não existia ninguém mais de bem com a vida do que ele.

Aos poucos a brincadeira foi evoluindo e a noite se tornou mais alegre, o único que não parecia compartilhar do mesmo espírito era o Augusto.

- A minha amiga secreta adora dar uns amassos no quarto enquanto toda a família está reunida para passar o natal. Mas porque se importar mão é mesmo? Essa data é uma merda pra ela! – ele disse do outro lado da sala me encarando ainda com o copo de rum na mão.

- Filho?! – Ester se empertigou.

- Tudo bem, Mamis. – disse aproximando-me dele enquanto todos nós olhavam.

Peguei o embrulho de sua mão e então o encarei. – Vai a merda, Augusto! O que eu faço ou deixo de fazer no quarto com o meu namorado não é problema seu. Você fez o que bem quis com a Cíntia e nunca ninguém disse nada, então por que se incomodar comigo?

- Porque é diferente, Cammy!

- Diferente em quê?

- Você está se comportando como uma vadia!

Minha mão voou em seu rosto, deixando uma marca vermelha ali.

- E você como um cretino idiota!

- Ok vocês dois, já chega! – disse meu pai, tirando-me de perto do Augusto antes que eu o matasse!

- E você é melhor parar de beber! – disse Rafael, segurando-o.

- Me larga, Rafa! – Guto se empertigou e saiu cambaleando pela porta da casa, mas não sem antes pegar outra garrafa e socar a parede da cozinha. Vi quando ele se dirigiu até o anexo na piscina, onde ficava o seu quarto; mas resisti à tentação de segui-lo e continuar aquela briga de onde paramos.

- Parece que nosso plano deu certo.

Ao ouvir o comentário de Ivan, um pequeno traço de sorriso surgiu em meu rosto. – Sim, parece que sim.

Augusto não compareceu à ceia. E minha recente satisfação por vê-lo com ciúmes foi substituída pela preocupação. Aos poucos minha família começou a se retirar. Agora só sobravam Ivan, Caroline e Lara, a amiga de Carol. Decidi deixá-los e ir verificar como Augusto estava. Retirei a chave que ele deixava sob o capacho e destranquei a porta. Olhei na pequena sala e na cozinha, mas não vi ninguém, então decidi subir até a suíte. Assim que abri a porta, o cheiro de rum me impregnou. Encontrei Augusto sentado em sua poltrona, com os braços apoiados nos joelhos e a cabeça reclinada. Os cabelos estavam molhados e a toalha era a única coisa que o cobria.

- O que você quer, Cammy? – perguntou sem me encarar.

- Eu precisava saber se você estava bem.

- Como pode ver, estou melhor.

- Não, você não está. Olha como ficou a sua mão! – repreendi ao me ajoelhar diante dele e tocar com cuidado a pele machucada.

- Não é nada demais.

- É lógico que é! Augusto, olha pra mim. – o tom em minha voz não deixava margem para negociação e eu reforcei o meu pedido erguendo-lhe a face com uma de minhas mãos. – Qual o problema?

Pude ver que ele havia chorado, e essa constatação me matou.

- O problema, Cammy, é que não dá mais. Eu não consigo mais fingir. – segurando meu rosto com as duas mãos, Augusto levantou-se e me fez acompanha-lo. – Você tem ideia do que é ser apaixonado por alguém que é proibido pra você? Alguém que nunca poderá ser seu! Você sabe o que é viver uma vida de aparência para não decepcionar a sua família, porque acha que não seriam capaz de entender o que você sente? Ou ainda, consegues imaginar a angústia de saber que os seus sentimentos podem causar repulsa na pessoa a quem você ama? É assim que me sinto, Cammy. Na verdade, é assim que sempre me senti com relação a você, com relação a nós dois. Eu te amo, Camille! Mas eu sei que não devo amar.

Enquanto Augusto falava não consegui conter minha emoção, a cada declaração uma nova lágrima banhava o meu rosto por reconhecer nele os mesmos questionamentos que existiam em mim.

- Sim, Guto, eu sei. Pois sinto exatamente o mesmo em relação a você. – ao me ouvir, Augusto pareceu acordar de um confuso sonho.

- O que você está dizendo?

- Estou dizendo que também te amo, Augusto. E sei exatamente o que é sentir medo das consequências desse amor!

Sem mais controlar nosso desejo, tomamos a boca um do outro. Não sei por quanto tempo ficamos ali, apenas adorando os lábios um do outro.

- Mas e o seu namorado? – após um tempo, ele se forçou a perguntar.

- Não tenho nenhum namorado, Guto. Pra ser franca nunca tive. – pude ver a confusão em seu rosto – Eu já sai com alguns caras, mas nunca namorei nenhum. O Ivan é o meu melhor amigo, e definitivamente seria mais fácil ele se interessar por você do que por mim. Ele estava fingindo ser meu namorado para me proteger, eu estava com medo de encarar você e a Cíntia, foi por isso que evitei todas as datas comemorativas dos últimos dois anos.

- Que droga, Cammy! É uma merda saber que te afastei de sua família.

- Não foi sua culpa, esse apenas foi meu jeito de lidar com o problema.

- E começar a namorar a Cíntia foi o meu.

- Jeito de merda esse seu!

- O seu não foi muito melhor. – criticou.

- É não foi. – tive que concordar.

- Mas me tira uma dúvida, o que vocês ficaram fazendo no seu quarto todo aquele tempo? Eu estava surtando lá embaixo.

- Jogando pôquer. – disse simplesmente.

Augusto riu. – E quem ganhou?

- Quem você acha? – perguntei erguendo a sobrancelha por saber exatamente o que Guto pensava.

- Ele não teria a menor chance.

- Não. Ele definitivamente não teve a menor chance.

- Você não imagina o quanto te acho sexy jogando.

Sorri. – Podemos jogar depois, mas agora tenho uma ideia melhor sobre como podemos passar o tempo.

- Acho que vou gostar disso!

- Tenho certeza que sim. – disse retirando-lhe a toalha.

Sem esperar mais, nos rendemos a nossa paixão. Aquela era a primeira  vez que estava intimamente com um homem, mas apesar do que minhas amigas me contaram a respeito do dia em que perderam a virgindade, naquele momento não havia espaço para inseguranças e eu apenas me entreguei a emoção de finalmente estar no braços de Augusto. Com extremo cuidado e adoração, Guto ajudou-me a me despir. A cada pedaço de pele revelado ele me beijava, causando frenesi em minha pele exposta. Delicadamente, ajudou-me a deitar e tomou meus lábios para si. Nem percebi o momento em que ele pegou uma camisinha de sua cômoda, apenas o vi rasgar o plástico da embalagem e tomei o preservativo de sua mão, ajudando-o a vesti-lo.

- Vou tentar ser gentil. – disse depositando beijos em meus olhos, nariz, bochechas e demorando-se em minha boca.

Senti uma pontada de dor e cravei minhas unhas em suas costas. Augusto ficou imóvel aguardando enquanto eu me acostumava a ele, já recuperada começamos uma dança sincronizada, na qual nossos corpos eram os mais perfeitos bailarinos. Ao ser tomada por uma sensação avassaladora de prazer, senti Augusto se retrair e em seguida relaxar sobre mim. Seu corpo era um paraíso suado e caloroso, assim como o meu. Senti seu corpo me abandonar por um momento, mas em poucos minutos Augusto estava de volta abraçando-me por trás enquanto passava com delicadeza uma toalha úmida entre minhas pernas. Ao achar que estava suficientemente limpa, ele a deixou de lado e me puxou para mais junto de si, fazendo-me virar de frente para ele.

- Por que não me disse que ainda era virgem?

- Porque não achei que fosse importante. – confessei.

- É lógico que é importante, eu poderia ter te machucado.

- Mas não machucou. Foi perfeito!

- Você que é perfeita, Cammy!

Sorri e lhe dei um beijo, em seguida repousei minha cabeça em seu peito.

- Cammy, você já pode acreditar em Papai Noel.

- Por que você diz isso?

- Porque agora eu acredito, ele finalmente me deu o presente que tanto desejava.

Eu o encarei com a felicidade estampada em meu rosto. – Sim, esta noite ele também me deu o meu!




32 comentários:

  1. Olá,

    Como não acompanhei a parte um fiquei meio perdida, é você mesmo quem escreve a história?
    Achei sua escrita bem fluída e desejo muito sucesso na escrita! Parabéns pelo texto.

    Beijos,
    entreoculoselivros.blogspot.com

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    1. Oi, flor! Tudo bem?
      Sim, o texto é de minha autoria. Assim como todos os outros que são publicados na coluna Entrelinhas. Agradeço por seus elogios à escrita! Acredite, você fez o meu dia!💋

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  2. Caraka, eles são rápidos, né hahah
    Gostei do desfecho dessa parte. Simples e bonito.
    A escrita continua muito boa.
    Beijos

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    1. Oi, Leh!
      Muito obrigada! Sobre a rapidez dos dois, acho que depende do ponto de vista. São anos de desejo reprimido. Kkkkk
      Beijos, flor!

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  3. Olá,
    A escrita é bem fluida e consegue prender a atenção.
    Por não ter acompanhado a primeira parte acabei ficando um pouco perdida no começo, mas depois consegui entender praticamente tudo. O único ponto que não desvendei é porque o amor entre ambos é proibido.

    http://leitoradescontrolada.blogspot.com.br/

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    1. Oi, Michele! Tudo bem? Minha linda, os dois lutaram contra este sentimento, pois o consideravam inapropriado, um vez que foram criados como irmãos, já que a mãe de Augusto se casou com o pai de Camille; mas eles finalmente decidiram parar de lutar contra esse sentimento. Você pode acompanhar a primeira parte do conto na seção Entrelinhas.
      Beijinhos e até a próxima postagem!😘

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  4. Oi, acho que fiquei perdida porque não li a primeira parte kk Mas gostei bastante da história e eles são rápidos, o que eu como romantica não acho nem um pouco ruim. Uma boa desenvoltura e uma escrita atrativa é o que eu achei, se é você a autora está de parabéns!
    Um beijo
    www.brookebells.com

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    1. Muito obrigada por deixar seu comentário!
      Fico feliz por ter gostado da escrita, você pode encontrar a primeira parte acessando o link da coluna ( Entrelinhas ), todos os textos publicados nesta seção são de minha autoria.

      Beijinhos!

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  5. Olá
    Mais ma vez a história me deixou intrigada e curiosa, a escrita é bem fluida e encantadora, espero continuar a ler textos assim.
    Beijinhos da Morgs!

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    1. Morgs, minha querida! Muito obrigada! Comentarios com o seu alegram o meu dia! 😍 Espero continuar instigando sua curiosidade! Beijão!

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  6. Ah, Suh, que orgulho tenho eu de você. Que bom que é uma amiga tão próxima. Seus textos diz muito daquilo que você é, não no sentido literal, mas na forma, na estilística, na narrativa. A impressão que tenho é que estou ouvindo sua voz. Sua voz recai sobre as palavras. És muito talentosa, sabe disso, só vim te lembrar. Um beijo enorme.

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    1. Meuamigo, que comentário mais lindo! Fiquei completamente sem palavras aqui. Você me emocionou. Sabes como eu te amo, né?! Muito obrigada por ser esse amigo maravilhoso, conselheiro e terapeuta! Kkkk Mas principalmente obrigada pelo seu apoio no que se refere também a minha carreira como escritora. Te amo, sempre e para sempre! 😍😘

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  7. Que bonitinha a história! Gostei, acho que ficou bem escrita, contando o essencial e sem enrolação. Mesmo não tendo lido a primeira parte, consegui entender a situação vivida pelos personagens.

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    1. Oi, flor!
      Que bom que gostou!
      Agradeço por deixar seu comentário.
      Beijinhos e até a próxima postagem!😘

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  8. Ai que lindo!!!! Amei! Tem mais?
    Li a primeira parte e torci para que eles ficassem juntos. <3 Quero ver qual vai ser a reação da família!
    Beijos
    Blog Relicário de Papel

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    1. Oi, Jessica! Tem mais sim! Kkkk
      Irei publicar mais dois contos inspirados nos Nunes aqui na Coluna, então você vai matar a sua curiosidade sobre a reação da família. Só é preciso aguardar um pouquinho! 😉
      Muito obrigada por deixar seu comentário!
      Beijinhos!!!😘😘

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  9. OI!!


    Parabéns pelo dom, gostei bastante da escrita e pretendo acompanhar sempre essa coluna com tantas novidades nessas estórias tão bem elaboradas. Beijos e até a próxima.

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    1. Ooooi! Nossa! Muitíssimo obrigada!
      Fico muito feliz por te ter aqui, acompanhando os meus textos e deixando seus comentários! Palavras como as suas me inspiram a continuar escrevendo.
      Beijinhos no coração!😘

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  10. Eu tive que ler a parte 1 antes dessa. Adorei. É um estilo suave, leve, divertido. É uma delícia ler suas histórias, Suellen! Obrigada!

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    1. Oi, Beta! Muito obrigada!
      Espero continuar lhe proporcionando ótimos momentos de leitura!
      Beijinhos!!!

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  11. Olá!
    Acho que não vi a primeira parte e fiquei bem perdida haahha Mas eu gostei muito dessa que vocÊ escreveu, assim como outras que já pude acompanhar, parabéns!
    Beijos.

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    1. Muito obrigada, Carolzinha!
      Que bom que você está gostando dos textos. A primeira parte está disponível no Entrelinhas!
      Beijinhos!!!

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  12. Ola lindona adorei esse final, sou suspeita pois amo finais felizes sempre... mesmo em histórias que as vezes prevemos o final, é lindo acompanhar essa explosão de sentimentos colocadas em palavras e poder vivenciar, como nossos protagonistas. Parabéns. beijos

    Joyce
    www.livrosencantos.com

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    1. Oi, Joyce! Muito obrigada!
      Agradeço por me deixar chegar a você através de meus textos e de meus personagens. Espero que eles continuem te proporcionando fortes emoções!
      Beijinhos!

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  13. Olá, tudo bem?

    Preciso ler a primeira parte, essa parte pareceu bem legal, mas preciso ler a primeira para entender melhor o contexto. A escrita é fluída, isso é bom. :)

    Beijo!
    Ana.

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  14. Olá, tudo bem? Adorei essa segunda parte, está bem interessante. Já quero mais haha
    Beijos,
    http://diariasleituras.blogspot.com.br/

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  15. Olá.
    Não li a parte 1 ainda, mas vou dar uma conferida, pois fiquei um pouco perdida, mas sua escrita continua muito envolvente, quero muito que tenha muito sucesso e realize seus sonhos, pois talento vc tem, escreve de uma forma que faz com que o leitor fique literalmente envolvido.
    Amei.

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  16. Oi Suellen, sua linda, tudo bem?
    Adoro histórias que envolvam o Natal, minha época do ano preferida. Não li a primeira parte, mesmo assim consegui acompanhar a história. É sempre assim, as pessoas não falam o que sentem uma pela outra, por achar que não são correspondidas ou por algum outro motivo e acabam estragando tudo. Como romântica incurávl, eu sou a favor sempre da pessoa se arriscar e se declarar, se der errado, pelo menos ela tentou. Gostei muito da sua história, você conseguiu ganhar minha atenção e me prendeu até o fim. Parabéns!!!!
    beijinhos.
    cila.
    http://cantinhoparaleitura.blogspot.com.br/

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  17. Olá Su,
    Que escrita maravilhosa, hein? Amei.
    Não li a parte anterior, mas gostei muito dessa trama. Lembrei de Proibido, um dos meus livros favoritos.

    Bjs

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  18. AAAA, que legal, natal já passou mas eu estou aqui me matando para ter criatividade e escrever um conto de natal também, adorei o seu, pena que não li a primeira parte, mas irei correr para ler.

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  19. Hello! Tudo bem?
    Não li a primeira parte e fiquei meio perdida.
    Mas deu para entender um pouco.
    Gostei da sua escrita, parabens pelo trabalho e desejo mto sucesso.
    O final foi lindo, gostei mesmo.
    Beijos

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  20. Olá!
    Não conferi a primeira parte, mas me parece uma história muito fofa, adoro história com clima de Natal rs' parabéns Suellen, Sucesso!

    Beijos

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