quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Resenha: O Filho do Drácula, de Gabriel Sidney

Resultado de imagem para o filho do drácula gabriel sidneySinopse: Jack nunca pensou que esse dia chegaria: o dia em que ele iria para a escola. Ele é um vampiro, e para piorar! É filho do vampiro mais temido da história... Drácula! Mas não pense que Jack é como os vampiros que você vê nos filmes, diferente de todos, Jack nunca quis ser um vampiro, pelo contrário, sempre quis ser um humano. Mas, através de Drácula, ele descobre que entre os humanos, existem caçadores de vampiros, que representam uma ameaça a todos os vampiros, e Jack vai descobrir que um dos caçadores de vampiros, mora bem mais perto do que ele imagina!  

O filho do Vampiro mais temido de todos os tempos vai a escola. Daria uma bela manchete de um jornal , não é? Claro em um mundo onde os vampiros existissem (ou será que existem). Jack só queria ser um garoto normal, e não um vampiro, só queria viver como todos os garotos mas isso não seria possível. 
Jack vive um amor platônico, por uma garota humana e em meio a esse amor e todos os infortúnios de ser um vampiro, ele terá que enfrentar terríveis caçadores de sua raça. Seria Jack capaz de viver uma vida normal com os pais que tem, morando em uma casa tenebrosa e ainda enfrentando inimigos? 


Gabriel Sidney, autor de Amor Fatal (Confira a resenha aqui), conseguiu transformar um grande clássico de terror em um livro terno e par que não dizer cômico. O Filho do Drácula mostra toda a  versalidade de Gabriel, que torno a repetir como falei na resenha de Amor Fatal, é um garoto de 15 anos, mas com uma inspiração que ultrapassa sua idade. Ele fez de Jack uma metáfora da vida, de que não podemos nos deixar rotular e que sim, podemos ser quem quisermos, independente do que o ambiente e as pessoas ao nosso redor dizem ou pensam. 

Mas a história não gira apenas em torno de Jack, também conhecemos terríveis segredos de Drácula e sua esposa,  e quem são os caçadores de vampiros que surpreendentemente estavam mais perto do que imaginavam. São 105 páginas, de um livro cheio de surpresas, momentos cômicos, personagens emocionantes e alguns engraçados.  


O Filho do Drácula é um ótimo livro para lermos em poucas horas, e sairmos daquela ressaca literária. Ele nos marca com sua simplicidade e também com a  coragem de um jovem autor, de fazer sua releitura de um grande clássico literário e cinematográfico. 


Quer ganhar 150 Marcadores? Participe do Nosso Sorteio:
Clique Aqui:   http://yesfb.info/MGBFB 


terça-feira, 29 de novembro de 2016

Entrelinha: 7 Dias Para Se Apaixonar - Penúltima Parte (Sábado)

Olá, galera! Tudo bem? 

Estamos nos aproximando do final e a cada capítulo a ansiedade aumenta, pelo menos em mim 🙈! 

Hoje vocês poderão acompanhar o penúltimo capítulo de Sete dias para se apaixonar 😍. E em breve será possível acompanhar esta história também pelo WattpadA partir do dia 05/12 estarei postando os capítulos em minha página no Watt, cada capítulo em seu respectivo dia da semana. A sequência da história logo logo estará disponível também, e prometo divulgar por aqui😉. 

Agradeço a todos pelos comentários nas postagens anteriores, eu sempre me surpreendo com o que vocês escrevem, às vezes bate um friozinho na barriga😆😊... Mas é melhor parar de papo, né? Vocês já devem estar ansiosos, então tenham uma ótima leitura! 

Acompanhe o Capitulo ao som de:
One Direction - Little Things

E não perca a última parte nesse Sábado, dia 03/12 aqui no blog. 

 Resultado de imagem para casal apaixonado

Sete dias para se Apaixonar – Parte 6 
Por Suellen Mendes 

Sábado 

- Por onde você andou? – perguntei assim que nossos lábios se separaram – Você não imagina o quanto fiquei preocupado quando ouvi meu pai falar com você de manhã. 

- Desculpe, Vini. Eu realmente não queria que isso tivesse acontecido. Não queria te trazer nenhum tipo de problema... 
  
Havia um tom de desespero em sua voz, apesar de estar claro para mim que Mel queria mostrar-se segura e autoconfiante em relação ao problema que estava enfrentando. 

- Para, Pimenta. – supliquei enquanto acariciava seu lábio inferior com o meu polegar – Você não me trouxe problema algum, apenas me preocupo com você. Quero entender tudo o que está acontecendo para que eu possa te ajudar. 

- Eu sei, e é por isso que vou te contar; mas não agora. A única coisa que quero neste momento é me perder em você, nesse sentimento que me faz sentir viva, sem que eu nem mesmo soubesse estar morrendo!  

- Mel... 

Não havia palavras suficientes para descrever o que estávamos sentindo. A verdade é que nem consigo definir quando aconteceu, mas nos apaixonamos a tal ponto que um funcionou como o despertar do outro para o quanto éramos vazios antes de estarmos juntos. Eu a queria e não permitiria que mais ninguém a tirasse de mim, por isso lhe dei exatamente aquilo de que ambos necessitávamos...  

Nossos lábios se encontraram com ânsia. Ambos se exploravam como se fossem a extensão um do outro, havia um toque de reconhecimento e de cumplicidade no modo como nossas línguas se acolhiam e acariciavam. Minhas mãos reconheciam a suavidade da pele de Mel e não se inibiam ao explorar essa sensação. Em poucos instantes meus lábios começaram a explorar seu pescoço e a senti engolir em seco sob o meu toque. 

Vini! – as mãos de Mel ataram-se aos meus cabelos, puxando-me para trás e capturando novamente os meus lábios. – Faça-me sua, paixão! 

Coloquei minhas mãos no topo de suas penas, logo abaixo das nádega e a suspendi de modo que Mel enlaçou minha cintura com elas. Ao abrir a porta do meu quarto, deparei-me com o mesmo cenário que havia preparado na quinta-feira: o colchão ainda estava nos aguardando, no entanto, desta vez, apenas a lua iluminava o cômodo e aquela dissipada claridade tornava Mel ainda mais atraente.  

Após deita-la, preocupei-me em ajudá-la a se livrar do vestido estampado, das botas e meias pretas. Ela novamente usava uma lingerie de renda preta e instintivamente sorrir por ver minha menina-mulher se revelar diante de mim. 

- Linda! – sussurrei pouco antes de me livrar de minhas roupas. 

O olhar que Mel lançava para mim me prendeu. Fiquei completamente enfeitiçado pela intensidade que existia ali, era como se finalmente não existisse nada além de nós dois e de nossos sentimentos um pelo outro. Deitei-me sobre ela e com adoração beijei seu rosto. 

- Você não imagina o quanto senti sua falta... – confessei enquanto me perdia em nossas carícias. 

Mel mudou nossas posições ficando agora sobre mim. Lentamente ela deixou cair o tecido que lhe envolvia os seios. À luz da lua ela era ainda mais bela. Um verdadeira deusa, e não uma de suas personagens. Os cabelos em onda criaram uma espécie de cortina protegendo nossos beijos de qualquer curioso que quisesse capturar aquele momento. O que existia entre nós era mais do que desejo, e estava claro como o dia o quanto nos queríamos. Ajudei-a a se livrar do último obstáculo entre nós e imediatamente me senti completá-la tornando-nos um. 

Vini... 

A forma como nossos corpos se exploravam em pleno reconhecimento um do outro, como se ambos fossemos as metades que faltavam de uma alma dividida e torturada, nos fez deixar de lado as inibições. Foi então que sem me preocupar com o tempo em que estávamos juntos, acabei me declarando: 

- Eu te amo! 

Senti uma pequena umidade sobre a minha bochecha e em seguida descer até os meus lábios. Era uma lágrima! E esta foi imediatamente seguida pela voz embargada de Mel: 

- Eu também te amo, Vinicius! 

... 

luz dos primeiros raios de sol começava a inundar o quarto e a ausência de cortinas permitia-me observar cuidadosamente os contornos do rosto de Mel ao vê-la dormir. Um discreto sorriso surgiu em meu rosto enquanto, mentalmente, eu me permitia ligar os pontinhos no rosto de Mel, memorizando cada uma de suas sardas, como se pudesse pintá-la de olhos fechados. 

- O que você está fazendo? – ela perguntou ainda de olhos fechados.  

- Estou apenas lhe observando, guardando sua imagem... 

 Imagem relacionada

Ela sorriu e abriu os olhos, revelando aquelas duas pedras preciosas que me faziam sentir mais rico sempre que as via.  

- Então deixe-me fazer o mesmo. – pediu traçando com delicadeza os contornos do meu nariz e sobrancelhas. - Adoro quando você faz isso...  

Sua gargalhada era gostosa de escutar. 

- Quando faço o quê? – perguntei. 

- Quando você fecha os olhos e inclina sua cabeça em direção a minha mão, aceitando o meu toque. 

- E haveria alguma possibilidade de ser diferente? 

O rosto de Mel fechou: - Sempre há. – em seguida, ela deitou-se com a cabeça em meu ombro e eu entrelacei nossas mãos. Era incrível ver como as duas pareciam se encaixar perfeitamente. 

- Gosto de ficar assim com você. 

- Eu também gosto, Mel. 

- Sempre que estou com você consigo me esquecer da grande confusão que é a minha vida... Eu realmente poderia viver assim, mas... 

- Mas? – eu podia sentir que algo muito ruim estava por vir. 

- Mas acontece que não posso. – os olhos de Mel estavam úmidos novamente,  e eu realmente começava a não achar nenhuma graça nisso. 

- O que você está dizendo? Como assim não pode? 

Vini, a minha filha é a minha prioridade agora. Eu simplesmente não posso arriscar perdê-la.  

- E você não vai perdê-la, Mel. Eu vou te ajudar! Nós iremos ganhar a guarda definitiva da Bianca, você vai ver. 

- Acontece que as coisas estão mais complicadas agora, o Sérgio... Bem, ele tem umas fotos que tirou de mim enquanto estávamos casados e agora está ameaçando entrega-las para a mídia se eu não parar de te ver. 

Como assim? Que tipo de fotos? 

- Fotos de momentos íntimos. 

- Merda! 

- Você não imagina como já me arrependi de tê-las tirado, mas eu estava apaixonada e confiava nele... Só que agora ele quer usá-las contra mim. – novamente as lágrimas buscaram espaço em seu rosto. 

- Ele não fará nada disso! Eu não deixarei. 

Vini... 

- Confia em mim! – implorei – Apenas confie e deixe-me cuidar de você! 

- Eu confio. 

***  


 Depois de almoçar, atendi ao pedido de Mel e a levei até seu apartamento. Permaneci com ela durante toda a tarde. Era possível me imaginar fazendo aquilo durante os próximos dias e anos. Sorrisos constantes, brincadeiras e carícias ocasionais, assistir filmes juntos e preparar lanches bagunçando toda a cozinha e fazendo palhaçada na hora de arrumá-la. Era um cenário extremamente atraente. No fim da tarde, Mel se arrumou para ir ao teatro; naquela noite ela voltaria a representar o papel para o qual fora escalada.  

Assim que chegamos ao prédio histórico no qual “Entre deuses e homens” estava em cartaz, Mel travou. 

- O que você está fazendo aqui? – ela perguntou ao homem que a estava esperando.  

Demorei um pouco para perceber de quem se tratava, mas o olhar furioso que ele lançou para a minha mão pousada no ombro de Mel tornou as coisas bem claras. 

- Precisamos conversar. 

- O que você ainda quer falar, Sérgio?  

- Você realmente vai continuar a me envergonhar desse jeito? Já te disse que estou disposto a ceder perante esse seu capricho de ser atriz, mas não irei admitir que minha mulher fique desfilando por aí com outro. 

- Eu não sou mais a sua mulher, Sérgio. Nem mesmo no papel, aliás possuo o documento que comprova isso! 

- Mas você ainda é a mãe da minha filha, pelo menos por enquanto. 

Percebi que aquele foi um golpe para o qual Mel não estava preparada. Apertei-a ainda mais em meus braços. 

- E ela sempre será. – falei. – Não há nada que você possa fazer quanto a isso, Bianca sempre será filha dela, e muito em breve as duas estarão ainda mais próximas, porque não me importa de quem você é filho, irei devolver a menina à mãe. 

O homem se agigantou perante mim. 

- Quem você pensa que é? 

- Sou o homem que vai ajudá-la a reaver a guarda da filha, e que cuidará da segurança das duas.- respondi. 

Ao nosso redor o público começava a se fazer notar e um flash de paparazzo não nos passou desapercebido. 

- É melhor irmos, senhor. Os abutres da mídia já estão aqui. – o segurança falou aproximando-se do ex-marido de Mel. 

- Isso não vai ficar assim, playboy. A Mel e a Bianca são minhas, e isso não mudará. – falou em tom de desafio ao se aproximar de meu rosto. 

- Veremos. 

- Sim. Veremos! 

Assim que Sérgio se afastou, Mel suspirou e atrelou suas mãos à minha. Passei meu braço ao redor dela e comecei a acariciá-la.  

- Calma, paixão. Ele não lhe fará nada. 

- Obrigada. 

 Imagem relacionada

***  

- Tem certeza de que não quer ficar?  minha ruivinha perguntou assim que a deixei em casa. 

- Não. Eu tenho certeza de que quero ficar, mas não posso. Preciso conversar com meu pai a respeito da mensagem que ele me mandou mais cedo. Parece realmente importante. 

- Entendo. 

Ao ver a carinha triste que ela fazia, precisei perguntar: 

- Por que você não vem comigo? 

- Desculpa, mas eu preciso arrumar algumas coisas por aqui. Amanhã irei receber a Bi e quero que tudo esteja perfeito. 

- Podemos nos ver amanhã? 

Dessa vez Mel não titubeou. 

- Sim. Eu te espero amanhã. 

Após me beijar, Mel fez menção de abrir a porta. 

- Espera.  

Desci do carro e dei a volta para abrir a porta pra ela. Acompanhei Mel até a entrada do prédio e novamente a beijei. 

- Até mais, Pimenta. 

Caminhei de costas por um tempo enquanto a observava entrar, mas assim que virei me surpreendi com um barulho de tiro. Um soco no rosto e uma queimação em meu estômago, fizeram-me perder os sentidos gradativamente.  

Vini!!! 

A última coisa de que me lembro foi da sensação das mãos de Mel em meu rosto e a forma como suas lágrimas umedeciam-me a face. 

- Por favor, por favor, fica comigo! 
  *************************************************************************


Quer ganhar Marcadores de 7 Dias Para Se Apaixonar e várias Obras Nacionais? Participe do nosso sorteio:

CLIQUE AQUI E PARTICIPE: http://yesfb.info/MGBFB