domingo, 29 de junho de 2014

Sorteio: O Despertar da Paixão, de Diéssica Nunes Sales

Diferente de muitas garotas que conhece, Nicole aproveita seu tempo escrevendo. Também gosta de pintar, tocar violão e cantar. É uma garota cheia de sonhos e esperanças, mas sua vida não é tão doce assim: desde a infância enfrenta sérios problemas em casa, em especial com a mãe.

O pai sentindo-se culpado ao ver o sofrimento da filha, deixa-a viajar nos finais de semana para ver seus amigos e se alegrar um pouco, nem que seja por dois dias.

Em uma dessas viagens, Nicole conhece um jovem e badalado ator, Vitor, o qual apesar do mutuo interesse é rejeitado por ela. Mesmo com o orgulho ferido, Vitor não desiste de conquistar a garota.

Conseguirá Vitor ajudar Nicole a superar seus problemas?

“Um livro envolvente, com pitadas de romance que são incalculáveis, assim é “O Despertar da Paixão”, primeiro livro da trilogia Amanhecer, da autora mineira Diéssica Nunes Sales.” (Trecho da Resenha do Livro, confira completa: http://saotantas.blogspot.com.br/2013/11/resenha-o-despertar-da-paixao-de.html)

Que Tal ganhar um exemplar autografado do livro com marcador? Entre no site da autora e participe:

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Resenha: Breterech, Steve (Spin-Off Uma Geração, Todas As Decisões), de Eleonor Hertzog

Eu já sou fã da autora Eleonor Hertzog, e não escondo isso de ninguém, andei por fora de algumas novidades pelo meu processo de mudança e por ficar sem internet durante alguns meses. Mas assim que voltei a ativa, descobri que Eleonor havia lançado um spin-off da série “Uma Geração, Todas As Decisões” e que o mesmo estava a venda na Amazon, e o que fiz? Procurei logo a autora para saber que novidade era essa e adquiri o e-book do livro. Hoje trago para vocês a resenha de “Breterech, Steve” um livro onde a autora concentra a estória de um personagem que conhecemos nos dois livros da série: Cisne e Linhagens, amei a leitura e agora trago para vocês minha opinião sobre o spin-off.

Breterech, SteveTenho medo de assistir ou ler um spin-off de uma série que amo, por que muitas vezes me decepciono, isso não aconteceu com esse livro. Na estória a autora nos traz um personagem inteligente e muitas vezes encrenqueiro. Conhecemos no livro no vida na superfície e no Império de Atlante e também sua passagem pela famosa escola de Champ-Bleux.

Me encantei principalmente pelo império de Atlante, algo que realmente só poderia ter saído da cabeça brilhante de Eleonor, já que são acontecimentos e personagens tão incríveis que é difícil você não conseguir viajar, sem tirar um momento o pé de onde você se encontra.


Considerei a leitura algo bastante simples, pois não é utilizada uma linguagem muito formal, e sim algo que todos os tipos de leitores podem entender e compreender tudo que se passa naquele mundo de Esteve. Falando em Esteve, a forma que a autora nos repassa as características físicas e de personalidade do personagem, faz me pensar o quanto a autora imaginou cada detalhe dele, sem esquecer que nós leitores desejamos isso mesmo, um livro que nos faça sentir dentro daquele momento, parte da vida do personagem, e confesso que Eleonor sempre consegue fazer isso.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

AutorXAutor: Mateus Lins e Cássia Cassitas Tem Opiniões Confrontadas Sobre o Tema - Autores Nacionais X Autores Estrangeiros


Estava morrendo de saudades dessa nossa coluna em que confronto a opinião de dois autores sobre o mesmo tema, sem quem um não tenha contato com o outro. Os autores participante de hoje são: Mateus Lins, Cearense, residente em Fortaleza, autor do livro de fantasia infanto-juvenil O Reino de Mira, lançado ao longo de seus dezessete anos. Fascinado pelo mundo das letras desde criança, o autor já conta com prêmios literários e publicações em variadas antologias; E Cassia Cassitas, residente em Curitiba – Paraná, cujo  primeira obra, Domingo, O Jogo, publicada em 2010, alcançou o topo do ranking dos livros eletrônicos mais vendidos no Brasil e onde ficou por 33 semanas e também do livro Fortuna – A Saga da Riqueza.

O tema proposto de hoje é: Autores Estrangeiros X Autores Nacionais, vamos confrontar o que cada autor pensa sobre o tema e ver as diferentes formas de ver o mesmo assunto, vamos lá? Aceito sugestões para temas de nossa coluna, através do e-mail: mairtoncosta@hotmail.com.

Obs: As resposta dos autores estão conforme me foi enviado, sem qualquer edição ou corte.

Autores Estrangeiros X Autores Nacionais

 1 - Você acha que os leitores brasileiros gostam de ler mais autores estrangeiros? Por quê?


Mateus Lins - Acredito que essa é uma perspectiva em mudança. Hoje, vemos uma intensa propagação da literatura nacional proporcionada por diversas ferramentas, dentre algumas delas, as redes sociais que aproximam os leitores de seus autores e o trabalho de dedicados blogueiros.
Não acredito que este é um fator relacionado potencialmente a questão de gosto, mas a questão de investimento e publicidade. Autores nacionais que possuem publicidade elevada para suas obras conseguem atingir bons números e ganhar destaque dentro do que é apresentada pelo mercado.
Claro, torna-se valioso salientar a qualidade da obra literária abordada em questão, tanto nacional quanto internacional. Foca-se nesse caso o processo de filtragem do mercado editorial e livreiro.

Cássia Cassitas - Quando o assunto e não ficção, os títulos de autores brasileiros tem a preferencia do leitor brasileiro. Nas listas de Mais Vendidos do pais, chegamos a ter autores brasileiros por centenas de semanas. Já nos romances e outros gêneros de ficção, os títulos estrangeiros deixam os brasileiros para trás.

2 - Quais exemplos que os autores estrangeiros deixam que os nacionais devam ou não seguir?
Mateus Lins - Um assunto bem subjetivo. O que pode inspirar a mim pode não inspirar a outro autor no quesito exemplo. Exemplos vêm de várias vertentes e não necessariamente da exclusiva fonte dos autores internacionais.
É natural falarmos em perseverança, em espírito de inovar, recriar, mas isso não necessariamente vem de um autor estrangeiro embora possa ser notado em alguns casos protagonizado por estes. Eles provêm de um todo intitulado sociedade.
O que podemos suscitar para o quadro em questão é a questão do trabalho textual e das histórias, acredito eu. E isso varia muito de autor para autor, de gênero para gênero, de identificação para identificação, por isso, volto a salientar que é um assunto bastante subjetivo e que não pode ser abordado de maneira genérica como uma diretriz única e imutável, mas sim de modo abstrato para que cada um possa pensar, analisar e espelhar-se no exemplo mais interessante a ser retirado da situação.

Cássia Cassitas - O mercado mudou muito e o autor precisa entender como as coisas funcionam. Ha muitas maneiras de fazer os livros chegarem aos olhos dos leitores. Cada autor tem que encontrar a maneira mais conveniente ao seu temperamento e deixar para trás a ilusão que basta escrever muito bem para ter seu espaço no mercado. Os autores americanos, por exemplo, contam com um publico habituado a leitura. Eles consomem novas estórias, novos autores, com assiduidade. Além disso, as plataformas de e-books proporcionaram visibilidade a muitos escritores que colocaram seu trabalho em vários canais, divulgaram nas redes sociais, dedicaram-se a conquistar a atenção do leitor.  

3 – Você lê mais autores brasileiros ou estrangeiros? Por quê?

Mateus Lins - Não guio minha lista literária por autores brasileiros ou estrangeiros, não faço essa distinção. Leio por qualidade da obra literária, busco escritas criativas, aprofundadas, que clamem por uma qualidade muitas vezes ignorada por gêneros “modinhas”, que clamem pelo contexto artístico da escrita e os saiba explorar muito bem.
Então, me coloco em um ponto neutro, onde tenho lido tanto autores nacionais quanto internacionais em quantidades aproximadas.
Atualmente, estou lendo um livro nacional.

Cássia Cassitas - Depende. Por me propor a ambientar minhas estórias na realidade, faço muita pesquisa e isso me leva aos autores de não ficção brasileiros. Para escrever, adoro fazer paralelos. Por exemplo, como um brasileiro conta para o pai que bateu o carro? Como o italiano, francês, americano? Por trás do fato esta a cultura do povo que os clássicos desvendam em narrativas deliciosas. Então eu leio de tudo um pouco para contextualizar os meus personagens, brasileiros, num mundo onde não haja fronteiras, apenas peculiaridades.

4 – O que podemos fazer para mudar a mente do leitor brasileiro para ler mais livros nacionais?

Mateus Lins - Deixando minha humilde opinião, acredito que deve existir um movimento literário. Não falo de movimentos de promoção, mas de um único movimento que apresente a qualidade e o potencial do bom autor nacional e da boa literatura nacional, fazendo com que esta ganhe os olhares das grandes editoras, apresentando ao público o bom produto nacional e também o exportando. Precisamos quebrar um pouco com a ideia de conhecer um gênero único, mas sermos diversificados em nossas escolhas literárias. E esse movimento pode começar com cada um de nós! Escolher um bom livro nacional que gostar e indicar a um amigo, seja através de facebook, ou mesmo do boca a boca. Nós temos que disseminar essa ideia, apresentar ao brasileiro o Brasil que o cerca. Muitos fazem isso já, porém quando comparados ao todo, os muitos se tornam seu antônimo; poucos portanto os são.
Cássia Cassitas - Gosto da ideia de que atrás da estória, ha muitas historias. Os brasileiros gostam de boas estórias. Precisamos despertar a curiosidade desse leitor e colocar os livros a seu alcance. A distribuição e fundamental e talvez o elemento mais difícil. Alguns leitores me perguntam: onde compro seus livros? Quando não os encontram na livraria de sua preferencia, percebo que se decepcionam. As tiragens de ficção de autores nacionais e muito pequena. As vezes o leitor quer o livro daquele autor e não consegue encontra-lo. A qualidade do serviço de sites especializados como a Amazon ajudarão a driblar essa dificuldade e isso será muito bom para todos.

5 – Deixe sua opinião livre sobre o tema.
Mateus Lins - É um tema intrigante. Interessante e que propicia muito debate. Dentro do nosso mercado encontraremos pensamentos mais radicais que dizem para ler somente nacionais, outros amplamente extremistas e aqueles mais equilibrados. Onde está a razão? É uma boa pergunta e mais um novo conceito relativo. O que é razão para você aplicada nessa questão? Com quem ela está?
Compreendeu caro leitor? É um tema complexo, amplo. Literatura nacional quando boa é algo de fundamental disseminação, propagação. Da mesma forma a estrangeira. Elas completam uma a outra. Elas inspiram uma a outra. Os autores crescem uns com os autores independente de sua nacionalidade.
Uma literatura de boa qualidade é o que queremos. É o que ensejamos. Se ela for nacional, deve ser devidamente valorizada e nós, somente nós, leitores, podemos conceber a estas seu lugar de direito, sua devida atenção.


Cássia Cassitas - Os brasileiros estão lendo mais. E um caminho a ser explorado são os e-books disponíveis nos smartphones. Esta tecnologia coloca o mundo no bolso do passageiro de ônibus, nas salas de espera de consultórios, na mesa da cantina. Quando o livro certo pega seu leitor, ele prefere “virar” a pagina a navegar no Facebook. E nesse caminho, os autores nacionais estão disponíveis. Eu acredito que esse e o caminho e sou muito otimista quanto ao futuro da literatura brasileira.  

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Francilângela Clarindo Realiza Dois Lançamentos em Portugal

Passando aqui hoje para trazer os novos lançamentos da minha querida Francilângela Clarindo, autora cearense. 

O primeiro dos lançamentos é o livro “A Noiva da Colina e Outros Poemas” , que estará sendo lançado oficialmente no dia 28 desse mês, na fundação José Saramago, na cidade de Lisboa, Portugal. Neste novo livro, Francilângela transmite todas as suas emoções, amores e vivências através de poemas que te encantarão do inicio ao fim. Abaixo deixo o convite que a autora e sua editora faz à nós leitores.

O segundo lançamento é “Paz Interior”, outro livro que traz poesias que nos fazem viajar por mundos jamais imaginados. Neste livro a autora consegue transmitir as emoções que os leitores tanto procuram definir e não consegue, em cada poesia Francilângela nos amarra e tira nossa atenção de tudo que está ao nosso redor. Mais um livro que será lançado em Portugal, no dia 05 de Julho, Sede da Associação Portuguesa de Poetas - APP - Rua Américo de Jesus Fernandes,16-A - Olivais - 1800-023 Lisboa.

Fico feliz ao ver nossos autores viajando pelo mundo, fazendo os lançamentos de seus livros encantadores. 

sábado, 14 de junho de 2014

Editora Baraúna lança O Doador de Antônio Walter Nascimento

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O Doador
Autor: Antônio Walter de Andrade Nascimento
ISBN: 978-85-7923-963-2
Formato: 14 x 21 cm
Número de páginas: 190
O Doador  mostra a trajetória de Robson, uma história que apesar de fictícia reflete a história de vida de muitas pessoas. É uma história de aprendizagens, de mudanças de comportamentos, crenças e atitudes, que reconstroem a personalidade do individuo e nem sempre para o bem ou para o mal, como acontece a todos nós.

A vida de Robson seria interrompida muito cedo, se não fosse a doação de Jonas, o gerou para ele uma dívida e uma promessa. Mas essa promessa seria cumprida ou esquecida ao longo de sua vida, como tantas promessas que fazemos?
Que papel representa essa doação, direta ou indiretamente, na trajetória de Robson? E que papel representará, ao longo de quase toda a sua vida, a estranha voz que ecoava em sua consciência, atormentando-o, criticando seus atos e, até mesmo, parecendo querer orientá-lo?
Uma história de dores e prazeres, de erros e acertos, de causas e consequências; uma história de mudanças pessoais, quando as influências sofridas, os apoios recebidos e as decisões tomadas definem o caminho a ser perseguido e o destino a ser alcançado.
É uma história de aprendizagens, de mudanças de comportamentos, crenças e atitudes, reconstruindo a personalidade, nem sempre para o bem e nem sempre para o mal, como acontece a todos nós.
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O autor
Antônio Walter Nascimento é formado em Ciências Biológicas e Geológicas, Psicologia e Pedagogia. Depois de muitos anos como professor universitário na UFMG e na PUC-MG, especializado em Psicologia da Aprendizagem, Neurofisiologia e Psicofisiologia, com atuações como coordenador de cursos e diretor de faculdades, dedicou-se, também por vários anos, ao desenvolvimento pessoal e profissional de executivos e funcionários da Construtora Andrade Gutierrez.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Rola na Amazon: Breterech, Steve, Vitimas do Silêncio e Marcada pelo Fogo

Hoje é dia de saber quais são os principais lançamentos do Site Amazon, um dos grandes tops em e-books hoje em dia. Trago para vocês três dos livros que estão fazendo sucesso no site, mas sempre estarei por aqui trazendo os lançamentos dos nossos autores nacionais.

Breterech, Steve (Spin-off Uma geração. Todas as decisões.)
Para vocês que já conhecem os livros da série: Cisne e Linhagens, o livro é um spin-off da mesma, escrita pela querida autora Eleonor Hertzog.

UMA GERAÇÃO. TODAS AS DECISÕES. – a história dos parece, mas não é. Personagens não são o que parecem, situações não são o que parecem, até mundos não são o que parecem!

Convido-os a conhecer um pouco mais da vida de Steve Breterech, quer dizer, Steve de Radamashi, quer dizer, Konrad... Bom, enfim, ele, que é um dos TOP 10 dos parece, mas não é!


Vítimas do Silêncio – Janethe Fontes
Com uma narrativa surpreendente, a autora mantém o suspense até o fim, fazendo com que o leitor tenha de prender o fôlego para acompanhar essa aventura que traz, a cada capítulo, novas revelações e emoções de um passado que já parecia esquecido.

Vítimas do Silêncio combina ingredientes como Romance, Aventura, Suspense, Sedução e Mistério em um livro que vai prendê-lo do começo ao fim, tendo como pano de fundo a questão do abuso sexual.


Marcada a Fogo (Saga Os Qu4tro Elementos) – Josy Stoque

Como você reagiria se descobrisse que o amor de sua vida é uma fraude? Que construiu sua família com base em uma mentira? Que a pessoa que ama esconde um segredo terrível e inacreditável? Após uma experiência de quase morte, Tamires do Valle passa a enxergar que Gustavo, o homem em quem mais confia, mente. Seu mundo perfeito rui. A relação mística com a ametista, a única peça de seu passado obscuro, se fortalece e descobrir sua origem se torna uma obsessão.

Uma mulher em chamas, consumida pela paixão e pela mentira.