quinta-feira, 24 de abril de 2014

Resenha: Fortuna - A Saga da Riqueza, de Cássia Cassitas



O livro de Cássia Cassitas, Fortuna – A Saga da Riqueza nos mostra um panorama que vivemos nesse louco século 21. Quantas vezes não ouvimos falar de pessoas que fazem de tudo para ficarem ricas, ou de bolsas de valores em baixas, mas dificilmente ouvimos falar de famílias que são afetadas com tudo isso. 

O livro tem uma linguagem fácil e acessível aos leitores, e traz uma estória didática de uma forma leve e descontraída. A autora consegue trazer a tona os prós e contras do capitalismo atual que vivemos.

O livro é uma forma de entendermos o mundo financeiro que nos encontramos hoje, em meio a histórias paralelas de duas famílias que acabam vivendo no seu dia a dia e sentindo na pele a dura pressão do capitalismo atual. No livro a autora consegue prender ao leitor expondo cada detalhe das famílias, expondo cada sentimento dos personagens que se sentem fatalmente atingidos  em buscas da riqueza plena.

O dinheiro realmente traz felicidade? Esse é outro tema proposto por Cássia, o quanto o dinheiro pode ou não influir em nossa felicidade e vida pessoal. Em cada página, a autora deixa claro o quanto nos deixamos envolver quando estamos em busca de uma vida financeira melhor, muitas vezes esquecendo o que realmente vale a pena: nossa família.

Fortuna é um livro para todos os tipos de leitores, para aqueles que buscam fatos históricos que justifiquem nossa eterna busca pela riqueza e também para aqueles que buscam entender se o dinheiro realmente é necessário para que sejamos felizes. O livro entrou para meu topo de leitura assim que abri nas primeiras páginas, e na minha opinião merece um segundo volume aprofundando ainda mais nos temas propostos.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Editora Baraúna lança “Sobreviventes” de Micheline Patrícia

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Alguns anos após o suicídio do seu pai, Clara acorda em um lindo jardim misterioso. Ao caminhar por ele protagoniza um inesquecível encontro. E, a partir desse momento, realiza sua jornada por cenários que jamais poderia prever.

Nessa aventura, você irá descobrir que os humanos nunca destruíram tanto a si, bem como a vida do planeta. Em sua jornada, Clara abre nossos olhos para a existência de Deus. A protagonista também nos levará a refletir sobre perguntas que os seres humanos sempre fizeram: Para que estamos neste planeta? Para onde vamos depois?

Esta é uma história cercada de muita emoção e suspense, que fala sobre amor, laços familiares, transformação, superação e salvação da Terra.
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Autora

Micheline Patrícia Marques da Silva nasceu em Recife – PE. Formada em Psicologia, pela FAFIRE – Faculdade Frassinetti do Recife, especialista em Psicologia Clínica e Comunitária, possui MBA em Gestão de Pessoas. Atualmente trabalha na área Clínica e Organizacional. Sempre foi apaixonada pelo mundo fascinante dos livros por eles nos levarem a viajar por lugares jamais percorridos.
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Ficha técnica

Sobreviventes – a jornada continua
Autor: Micheline Patrícia
ISBN: 978-85-7923-951-9

Formato: 14 x 21 cm

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Nova Parceria: Darda Editora


Olá amigos, hoje estou muito feliz em divulgar mais uma parceria que o blog conquistou.  A Darda Editora é um novo conceito no ramo de edição de livros, o editor amigo meu das redes sociais, o João Paulo, está buscando novas maneiras de divulgar os escritores nacionais principiantes que estão surgindo no mercado. No momento a Editora está com duas seleções para as novas coletâneas que serão lançadas e também está com a divulgação de dois livros que já foram lançados.

Esqueça a sociedade em que você vive... Agora, tudo o que vai encontrar é a lembrança do que ficou... O mundo que você conhece não existe mais. O homem, com suas guerras, destruiu o planeta, esqueceu-se do lado bom da vida.
Na coletânea de contos de ficção, da Darda Editora, “Nada Será Como Antes", que tem por base a distopia, você poderá expressar sua visão pós-apocalíptica, como se sentiria em relação a esse mundo novo, contar um dia imaginário, uma aventura, etc.

O tema proposto não significa necessariamente a realidade, mas dar voz a um momento especial do coração; uma confissão poética de uma ocasião específica, uma história de amor não correspondida, um toque no imaginário, etc.

Você que gosta de participar de coletâneas ou mesmo que nunca participou e sente o desejo envie seus contos para a editora, quem sabe o seu não seja selecionado?


Abaixo estão as capas dos dois primeiros lançamentos da editora. Em breve volto com muito mais novidades dessa parceria com a Darda Editora, abraços!


quinta-feira, 3 de abril de 2014

Ocelo Comenta: A Hegemonia Do Livro Tradicional E A Do Papel No Século XXI


Quando surgiu o cinema disseram que o teatro acabaria, quando surgiu a televisão disseram que o cinema também acabaria, assim quando surgiram tecnologias como os leitores digitais disseram a mesma coisa a respeito do futuro dos livros de papel; que logo se tornariam obsoletos! Mas felizmente para a alegria de muitos eles ainda persistem e resistem no chamado mundo moderno, e são tão preciosos quanto amuletos nas mãos de ávidos leitores.

Os livros de papel até hoje são o tipo de formato mais procurado e vendido no mercado editorial! Isso é mais que evidente que há uma superioridade na preferência pela imprensa inventada por Gutenberg em 1439! Ou seja, a grande demanda pelo livro de papel ainda estar em vigor.

Por fim, a leitura virtual é uma espécie de “masturbação mental”! Porque você apenas ver as palavras entre uma tela sem brilho de um leitor digital qualquer, sem ao menos poder sentir a maciez da textura que há nos livros, donde é possível manipular as páginas ou sobrepô-las, algo inigualável, prazeroso e peculiar no livro de papel. Como por exemplo; poder tocar suas capas, suas páginas, ou o título em alto relevo, ou mesmo sentir seu cheiro incomparável e insubstituível entre suas maleáveis páginas amarelas ou brancas. “Segundo a revista Época de Nº813 no século XXI o papel sustentável nas indústrias têm reduzido o uso de madeira e buscado alternativas, como o bambu. Foi criada a certificação de produtos florestais sustentáveis (FSC).” “A demanda por papel tem caído em algumas regiões, como América do Norte e Europa. As grandes indústrias atribuem isso à estagnação econômica e ao avanço da tecnologia. As preocupações com o meio ambiente também resultam no menor uso de papel. Mas não é possível dizer que o setor viva um retrocesso.

Foram produzidos 400 milhões de toneladas de papel em 2012, em comparação com os 399 milhões no ano anterior.” “Esses milhões de toneladas têm os mais variados destinos. A Associação Britânica de Historiadores do Papel registra mais de 20 mil usos atualmente. Há empresas que investem em “papéis especiais”, selos, cartões-postais, jogos de cartas e outros nichos de mercado.” Os Estados também não conseguiram reduzir o uso do papel em suas atividades diárias. Em mais de dois séculos de atividade, o Arquivo Nacional americano acumula 80 bilhões de papéis oficiais – e apenas 5% de todo o volume produzido no último ano foi para as prateleiras.”

Ou seja, a maioria prefere e se compraz na leitura do livro tradicional, e até hoje a hegemonia ainda é do papel.