quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Marcador De Livro Envia Tuítes Para Leitores Retomarem A Leitura

Redes sociais e comunicadores instantâneos juntaram-se às inúmeras tarefas cotidianas das pessoas, roubando o espaço de uma atividade saudável e prazerosa para a mente: a leitura. Na campanha da agência Mood para a editora Penguin, em vez de um vilão que impede o leitor de encarar os últimos capítulos do livro, o digital atua como um aliado.

Tweet For Read (Tuíte para ler, em tradução livre do inglês), eleito pelo IAB Brasil como o melhor case de julho, consiste em um marcador de página que emite um alerta no Twitter quando a pessoa passa um tempo sem ler. A ferramenta possui um sensor de luz e um timer que é ativado no escuro. Se o título não for aberto durante uma semana – ou um período previamente programado), um nano computador com wi-fi localizado no dispositivo dispara um tuíte para o perfil do leitor com uma frase do autor que está sendo lido.


A ação partiu de uma pesquisa da Fundação Pró-Livro e do Ibope Inteligência, divulgada no início do ano, cujos dados apontam que a queda do hábito de leitura deve-se ao fato de que as pessoas preferem ver entretenimento na televisão e na internet.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Lançamento: Conto dos 7 Pecados Capitais





LANÇAMENTO:
CONTO DOS 7
 os sete pecados capitais

Orgulho
Qual a face que se esconde do outro lado do espelho?

 No dia 22 de Agosto a Amazon chegará com uma novidade quentíssima, mais um ótimo lançamento. Dessa vez vocês irão conhecer o livro O Conto dos 7. A união de sete autores convidados para escreverem sobre os sete pecados capitais e esmiúçarem todo o mistiscismo que a temática pode trazer.


Gula...
Conseguirá o pecado devorar a alma até o seu fim?


Um livro totalmente instigante que certamente não pode faltar em sua cabeceira. Deixe-se levar, entre nesse mundo de possibilidades e desafios e experimente cada cálice. Descubra-se em cada linha e permita-se conhecer qual a sua tendência.  Ao término da leitura você não enxergara o mundo da mesma forma.


Inveja...
“Poderá  a sombra da inveja ocultar o brilho da magia?”


Ao longo da história da Humanidade, o número sete sempre esteve envolto em uma mística muito peculiar. Os Sete Chacras, os Sete Céus, os Sete Selos do Apocalipse, os sete dias da semana...


Preguiça...
Haverá redenção para um Anjo Caído?

Atraídos por esse número mágico, esse grupo de sete escritores se reuniu para conceber o livro. O resultado não poderia ser melhor, cada autor com sua destreza na escrita, explorando as mais diversas facetas que o tema pode proporcionar. Como o pecado pode influenciar um ser e quais as consequências que o mesmo pode trazer.


Avareza...
Qual será o preço para escapar à morte?


Qual é o seu pecado? Quais deles você vem praticando ao longo de todos os seus anos de vida? Qual pecado você está mais propenso a cometer em seu dia a dia e qual você possuiu maior imunidade? Tudo isso e muito mais você poderá descobrir nessa única obra.




Luxúria...
Que demônios habitam o fogo de nossos desejos?


Os autores foram trazidos não apenas para entreter, mas para revelar as facetas dos pecados de uma forma ao qual vocês nunca viram. Lu Franzin, Fábio Abreu, Glau Tambra, Lucas Odersvank, Marcelo Maropo, Maud Epascolato e Moisés Suhet; reunidos em uma só obra.




Ira...
Será o amor mais poderoso que a ira?


Saiba como cada personagem deixou-se seduzir pelo ato do pecado e como o próprio pecado o transformou. – Orgulho, Inveja, Gula, Preguiça, Avareza, Luxúria e Ira – e as formas como podem afligir uma alma. A visão de cada autor o guiará por histórias de pessoas que têm gravadas em sua alma inclinações para um desses pecados, e que pagará as suas consequências. Histórias de vida que poderiam, sem dúvida, ser a sua.




Dia 22 de Agosto. Direto da Amazon.
Garanta seu Ebook.
O Conto dos Sete


Fique ligado e sempre acompanhe as promoções
 em nossa página.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Micheline Patrícia Lança Sobreviventes, pela Editora Baraúna

No último dia 19 de julho, a autora Micheline Patrícia lançou seu livro “Sobreviventes”, pela Editora Baraúna, parceira do nosso blog, na Livraria Cultura de Recife – Pe.





Em uma noite regada de autógrafos e visitas ilustres a autora pode apresentar seu livro que encanta apenas pela sinopse, imagine pelo conteúdo.


Foi um dia encantador e inesquecível. Onde compartilhei com a minha família e amigos a realização de um grande sonho.
SONHO este de poder presentear as pessoas com um livro, que foi escrito com muito amor e esmero.  
SOBREVIVENTES – A JORNADA CONTINUA é um livro que emociona a cada página. Ele foi escrito para VOCÊ com o objetivo de proporcioná-lo uma reflexão acerca da sua vida e do futuro da humanidade.

A Autora.

Alguns anos após o suicídio do seu pai, Clara acorda em um lindo jardim misterioso.  Ao caminhar por ele protagoniza um inesquecível encontro. E, a partir desse momento, realiza sua jornada por cenários que jamais poderia prever.

Nessa aventura, você irá descobrir que os humanos nunca destruíram tanto a si, bem como a vida do planeta. Em sua jornada, Clara nos levará a refletir sobre perguntas que os seres humanos sempre fizeram: Para que estamos neste planeta? Para onde vamos depois? Ela ainda descobriu que sua vida e da sua família corriam perigo. Será que sobreviverão?

Esta é uma história cercada de muita emoção e suspense, que fala sobre amor, laços familiares, transformação, superação e salvação da Terra.


quarta-feira, 30 de julho de 2014

Fernando Valério, Crítico de Literatura Brasileira escreve crítica baseada na Resenha de Zimbow - A Saga de um Perfume, publicada no Blog

Desculpe o sumiço do Blog, prometo que vou voltar com minhas postagens diárias. Vocês não imaginam o quanto fico contente, quando vejo que o simples trabalho feito pelo Blog STC é reconhecido. Esses dias recebi um e-mail do autor parceiro Arnaldo Raimundo, autor da saga Zimbow que já resenhei aqui no blog (Confira a Resenha), com um crítica falando do seu livro mais baseado na resenha do mesmo que postei aqui nesse humilde blog. Fernando Valério é critico de arte cinema e teatro, e literatura brasileira, cronista no jornal acadêmico de literatura Para Quem Entende um Pingo no i é Letra, e também engenheiro químico de formação. Abaixo trago a crítica completa onde o Fernando cita a resenha que ele leu aqui no blog, confiram:
Crítica Literária por Fernando Valério.

Livros: ZIMBOW A SAGA DE UM PERFUME.

                                            Nunca Li Nada Igual
Caro autor dos livros ZIMBOW A SAGA DE UM PERFUME.
Inspirado na critica do blogueiro Mairton Costa onde em determinado ponto ele disse em sua resenha  "Nunca li nada igual", esta frase corrobora e me incentiva a postar esse mesmo meu ponto de vista e assim ouso  resenhar seus livros, por isso até tive uma vontade imensa de enviar esta minha resenha diretamente no blog São Tantas Coisas, visto que esse blogueiro também compactou com essa mesma sensação.
Pena que no espaço do post do blog São Tantas Coisas este texto excede em número de caracteres a capacidade, por isso peço por gentileza enviar através do seu e-mail e peça ao blogueiro Mairton para avaliar esta resenha e publicar junto com no espaço dos seus livros, ou noutro espaço que ele ache de acordo.
Então autor, hoje  eu recebi todos os livros seus da série ZIMBOW A SAGA DE UM PERFUME; li-os todos em poucos dias, dado ao fato de que na  sua narrativa uma coisa puxa a outra, e isso facilita  e agiliza muito a leitura que se finda em poucos fôlegos. Refiro-me a tríade toda naturalmente.
Meu caríssimo escritor, te confesso que fiquei abismado da fertilidade de sua mente ao nos arremessar em tamanho abismo existencial adentrando no âmago da existência de nós mesmos. Sua estória contada nos trés livros nos resgata  muito antes, ainda no tempo em que éramos apenas matéria no solo do planeta Terra.
 Isso até me lembrou o dito e sacramentado ditado que antes de tudo eramos apenas o "verbo" que nos traduz como  apenas como  uma promessa divina, mas como uma realidade em carne e osso, prova disso estou eu aqui escrevendo, e vocês ai lendo este texto.
 Também me espanta que a maioria da pessoas ainda nem imagina o que poderá existir depois da morte, mas isso parece-me que num dos seus livros você deixa claro que parasse mesmo ser um ato de fuga.
Porque se olharmos para nosso passado ancestral poderíamos saber do momento exato que nos tornamos uma vida aqui na Terra e focarmos num raciocínio lógico e cientifico podemos entender que no momento da fecundação intra-útero de nossa  fecundação, ermos ainda menor que a ponta de uma agulha.
 Depois disso iriamos em busca da matéria para crescermos. Matéria esta que estava espalhada  pelo quatro cantos do mundo e que veio ao nosso encontro através do trigo, das frutas tudo isso dentro dos caixotes dos supermercados locais onde nossa mãe possivelmente buscou seus alimentos ingerindo-os fazendo-nos crescer ainda dentro do seu ventre, e uma vez nós aqui fora, na luz do dia ainda buscamos essa mesma matéria para nos manter vivos numa troca de matéria sem fim. Então se no dia da nossa fecundação não éramos nada mais que uma célula microscópica, e hoje pesamos mais de 60 quilos de peso corporal basta imaginar que essa matéria do nosso corpo um dia será devolvida ao solo, e assim saberemos exatamente como será no nosso pós-mortem. Tudo isso assustadoramente está nos seus escritos de forma elegante e sutil, por isso ouso transcrever com minhas palavras nesta minha resenha:
 Ou seja, nossa matéria forma nosso corpo vai se decompor e se bio-transformar seguindo sua jornada em busca de outras formas de vidas, alcançando inclusive outros humanos através dos alimentos, da água lembrando que nosso corpo era formado de setenta por cento de água e esta após nossa morte evapora para meio indo direto para a nuvens para se juntar as chuvas e regar os campos de trigo, e assim nossa matéria  fará parte da paisagem através da relva, e das árvores que sugaram nossa matéria, seja água ou as cinzas para se  transformar em grama na forragem do pasto para todos os animais herbívoros  que a  transformará em leite, e carne para alimentar outros animais inclusive a nós mesmos neste ciclo da cadeia alimentar, ou sermos árvores que florimos daremos saborosos frutos para alguém comer, e nesta reciclagem da matéria estaríamos numa viagem sem fim pelo mundo afora vivendo e vivenciando em outros corpos, alguns tão estranhos e bizarros como os fungos e as bactérias que de matéria morta enquanto nosso corpo se torna putrefato.
 Essa é a nossa saga como matéria pelo mundo. Mas uma coisa nos intriga muito é a nossa consciência que se apagará juntamente com a morte física do nosso cérebro, mas disso soube através do seu livro que nossa mente poderá sobreviver a própria morte, e se tornar eterna, mas como isso acontece deixo para quem ler os livros.
Caro autor você também foi muito sutil ao discorrer sobre a existência de Deus, e pareceu-me sublimar no seus textos que deus existe mesmo somente no cérebro dos humanos, e que na ausência destes cérebros parece que ele deixa de existir do jeito que os humanos o imagina. Confesso que me conscientizar de nossa materialidade não entra em choque com minhas convicções religiosas, pois esta é apenas um ato de fé que baliza o eixo de nossa existência.
 Não estou aqui para contar o final dessa história desse quase  filme contada em livro, pois, isso poderia ser um ato tosco de minha parte.
Aqui o seu amigo metido a crítico de ideias regidas em arabescos em papéis encadernados, e com capas ilustradas, não vai discorrer em delongas tentando resenhar a mais profunda das imaginações que pude navegar nas minhas próprias circunvoluções do meu próprio cérebro.
 Usarei essa maravilhosa redundância do seu estilo penetrante como uma expressão copiada do seu próprio texto, mas eu queria mesmo era exaltar o seu estilo literário com alguns outros críticos que o denominaram com o novíssimo, senão este novo  estilo eco-cósmico (ultra) existencialista criado por você, visto que algumas livrarias, e sebos  após darem uma rápida passada de vista no seu texto o classifica comercialmente como se fosse um livro  em estilo esotérico.
 Discordo dessa classificação,  embora entenda que você como autor deslizando sua mente na inspiração  deparou com conclusões inusitadas, e a isso por pura falta de outro nome, teve que abotoar o texto com a palavra deus.
 Mas se aprofundarmos na essência do seu raciocínio não vamos encontrar nada que O correlacione com o  Deus místico, e religioso das crenças humanas.
Concluo á luz do meu pensamento que teu estilo ' és ' mesmo REALISMO FANTÁSTICO, embora raríssimas vezes  tenha escrito explicitamente essa palavra mágica deus no transcorrer do texto, mas quando a escreve não deixou de sê-la deus essa figura fantástica que tudo pode, tudo faz e desfaz impunemente que de tão soberano e poderoso esse deus torna-se inimputável, pois é inalcançável ao julgamento dos humanos.
Pois quer coisa mais realismo fantástico do que deus em qualquer uma de suas milhares de definições?
Bom amigo isso é tudo por hoje.
Só quero terminar com uma frase apoderando do que o Mairton disse em sua resenha:
Nunca li nada igual. e completo:
_ Que estória fantástica!
Assinado

Fernando Valério.

sábado, 12 de julho de 2014

Pronto Falei: Porque As Editoras Não Valorizam Novos Autores Nacionais!

Antes de começar a matéria, desejo deixar expresso aqui as minhas opiniões e criticas que não seguem opiniões de parceiros e amigos do blog. Não citarei nenhum nome de editora e principalmente de autores por questão de ética.

Há algum tempo tenho um livro completamente escrito e digitalizado e venho procurando editoras para conseguir publicá-lo, já encontrei algumas interessadas, porém ai está o problema. Muitas das editoras que procurei, cobram valores abusivos para autores em inicio de carreira ou mesmo condições que poderia julgar como “duvidosas”. O mesmo problema que ando passando, conversando com alguns autores nacionais, consegui verificar que alguns passam ou já passaram por situações iguais.

Entrando nesse mérito, vejo o quanto nossos novos autores nacionais encontram dificuldades para poder lançar seus livros ou mesmo continuações deles. Valores abusivos são cobrados por algumas editoras, que nem ao menos conseguem pensar de onde um autor, que repito, está inicio de carreira conseguirá tirar. Dez, Quinze e até Vinte mil reais foram alguns valores cobrados por essas editoras. Para mim um cidadão assalariado que tem contas a pagar e faculdade todo mês para quitar fica praticamente impossível publicar algo assim.

Então pergunto: Por que estás editoras que cobram esses valores não procuram outras formas melhores de publicar esses autores que podem se tornar um sucesso?

Segundo ponto a citar sobre propostas de editoras, são algumas que querem sim publicar, que não cobraram nada ou pouco para fazer isso, mais que um por um lado, não pagarão direitos autorais ao autor ou autora que será publicada. Ou seja, se o livro for um sucesso de vendas, a editora poderá lucrar o quanto quiser e não pagar nada ao autor como está em alguns parágrafos de um contrato que recebi. Entendo, que há gastos relacionados a publicação de um novo autor, que é um risco, já que ele pode ou não fazer sucesso, mas porque essas editoras não buscam pagar o menos o direito autoral para o escritor?

Fico triste como algumas editoras, não procuram valorizar os que são “de casa”, mais que se surgir um autor estrangeiro para publicar correm em busca de quem publicará primeiro.


Onde está o amor a literatura brasileira? Ai fica a pergunta, e continua a minha procura e de outros autores para que editoras consigam um dia valorizar os nossos escritores que sim. Tem a capacidade de fazer sucesso. Mas deixo claro também, que já há editoras que estão valorizando nossos autores nacionais e conseguem fechar um proposta igualitária para os dois lados.

domingo, 29 de junho de 2014

Sorteio: O Despertar da Paixão, de Diéssica Nunes Sales

Diferente de muitas garotas que conhece, Nicole aproveita seu tempo escrevendo. Também gosta de pintar, tocar violão e cantar. É uma garota cheia de sonhos e esperanças, mas sua vida não é tão doce assim: desde a infância enfrenta sérios problemas em casa, em especial com a mãe.

O pai sentindo-se culpado ao ver o sofrimento da filha, deixa-a viajar nos finais de semana para ver seus amigos e se alegrar um pouco, nem que seja por dois dias.

Em uma dessas viagens, Nicole conhece um jovem e badalado ator, Vitor, o qual apesar do mutuo interesse é rejeitado por ela. Mesmo com o orgulho ferido, Vitor não desiste de conquistar a garota.

Conseguirá Vitor ajudar Nicole a superar seus problemas?

“Um livro envolvente, com pitadas de romance que são incalculáveis, assim é “O Despertar da Paixão”, primeiro livro da trilogia Amanhecer, da autora mineira Diéssica Nunes Sales.” (Trecho da Resenha do Livro, confira completa: http://saotantas.blogspot.com.br/2013/11/resenha-o-despertar-da-paixao-de.html)

Que Tal ganhar um exemplar autografado do livro com marcador? Entre no site da autora e participe:

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Resenha: Breterech, Steve (Spin-Off Uma Geração, Todas As Decisões), de Eleonor Hertzog

Eu já sou fã da autora Eleonor Hertzog, e não escondo isso de ninguém, andei por fora de algumas novidades pelo meu processo de mudança e por ficar sem internet durante alguns meses. Mas assim que voltei a ativa, descobri que Eleonor havia lançado um spin-off da série “Uma Geração, Todas As Decisões” e que o mesmo estava a venda na Amazon, e o que fiz? Procurei logo a autora para saber que novidade era essa e adquiri o e-book do livro. Hoje trago para vocês a resenha de “Breterech, Steve” um livro onde a autora concentra a estória de um personagem que conhecemos nos dois livros da série: Cisne e Linhagens, amei a leitura e agora trago para vocês minha opinião sobre o spin-off.

Breterech, SteveTenho medo de assistir ou ler um spin-off de uma série que amo, por que muitas vezes me decepciono, isso não aconteceu com esse livro. Na estória a autora nos traz um personagem inteligente e muitas vezes encrenqueiro. Conhecemos no livro no vida na superfície e no Império de Atlante e também sua passagem pela famosa escola de Champ-Bleux.

Me encantei principalmente pelo império de Atlante, algo que realmente só poderia ter saído da cabeça brilhante de Eleonor, já que são acontecimentos e personagens tão incríveis que é difícil você não conseguir viajar, sem tirar um momento o pé de onde você se encontra.


Considerei a leitura algo bastante simples, pois não é utilizada uma linguagem muito formal, e sim algo que todos os tipos de leitores podem entender e compreender tudo que se passa naquele mundo de Esteve. Falando em Esteve, a forma que a autora nos repassa as características físicas e de personalidade do personagem, faz me pensar o quanto a autora imaginou cada detalhe dele, sem esquecer que nós leitores desejamos isso mesmo, um livro que nos faça sentir dentro daquele momento, parte da vida do personagem, e confesso que Eleonor sempre consegue fazer isso.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

AutorXAutor: Mateus Lins e Cássia Cassitas Tem Opiniões Confrontadas Sobre o Tema - Autores Nacionais X Autores Estrangeiros


Estava morrendo de saudades dessa nossa coluna em que confronto a opinião de dois autores sobre o mesmo tema, sem quem um não tenha contato com o outro. Os autores participante de hoje são: Mateus Lins, Cearense, residente em Fortaleza, autor do livro de fantasia infanto-juvenil O Reino de Mira, lançado ao longo de seus dezessete anos. Fascinado pelo mundo das letras desde criança, o autor já conta com prêmios literários e publicações em variadas antologias; E Cassia Cassitas, residente em Curitiba – Paraná, cujo  primeira obra, Domingo, O Jogo, publicada em 2010, alcançou o topo do ranking dos livros eletrônicos mais vendidos no Brasil e onde ficou por 33 semanas e também do livro Fortuna – A Saga da Riqueza.

O tema proposto de hoje é: Autores Estrangeiros X Autores Nacionais, vamos confrontar o que cada autor pensa sobre o tema e ver as diferentes formas de ver o mesmo assunto, vamos lá? Aceito sugestões para temas de nossa coluna, através do e-mail: mairtoncosta@hotmail.com.

Obs: As resposta dos autores estão conforme me foi enviado, sem qualquer edição ou corte.

Autores Estrangeiros X Autores Nacionais

 1 - Você acha que os leitores brasileiros gostam de ler mais autores estrangeiros? Por quê?


Mateus Lins - Acredito que essa é uma perspectiva em mudança. Hoje, vemos uma intensa propagação da literatura nacional proporcionada por diversas ferramentas, dentre algumas delas, as redes sociais que aproximam os leitores de seus autores e o trabalho de dedicados blogueiros.
Não acredito que este é um fator relacionado potencialmente a questão de gosto, mas a questão de investimento e publicidade. Autores nacionais que possuem publicidade elevada para suas obras conseguem atingir bons números e ganhar destaque dentro do que é apresentada pelo mercado.
Claro, torna-se valioso salientar a qualidade da obra literária abordada em questão, tanto nacional quanto internacional. Foca-se nesse caso o processo de filtragem do mercado editorial e livreiro.

Cássia Cassitas - Quando o assunto e não ficção, os títulos de autores brasileiros tem a preferencia do leitor brasileiro. Nas listas de Mais Vendidos do pais, chegamos a ter autores brasileiros por centenas de semanas. Já nos romances e outros gêneros de ficção, os títulos estrangeiros deixam os brasileiros para trás.

2 - Quais exemplos que os autores estrangeiros deixam que os nacionais devam ou não seguir?
Mateus Lins - Um assunto bem subjetivo. O que pode inspirar a mim pode não inspirar a outro autor no quesito exemplo. Exemplos vêm de várias vertentes e não necessariamente da exclusiva fonte dos autores internacionais.
É natural falarmos em perseverança, em espírito de inovar, recriar, mas isso não necessariamente vem de um autor estrangeiro embora possa ser notado em alguns casos protagonizado por estes. Eles provêm de um todo intitulado sociedade.
O que podemos suscitar para o quadro em questão é a questão do trabalho textual e das histórias, acredito eu. E isso varia muito de autor para autor, de gênero para gênero, de identificação para identificação, por isso, volto a salientar que é um assunto bastante subjetivo e que não pode ser abordado de maneira genérica como uma diretriz única e imutável, mas sim de modo abstrato para que cada um possa pensar, analisar e espelhar-se no exemplo mais interessante a ser retirado da situação.

Cássia Cassitas - O mercado mudou muito e o autor precisa entender como as coisas funcionam. Ha muitas maneiras de fazer os livros chegarem aos olhos dos leitores. Cada autor tem que encontrar a maneira mais conveniente ao seu temperamento e deixar para trás a ilusão que basta escrever muito bem para ter seu espaço no mercado. Os autores americanos, por exemplo, contam com um publico habituado a leitura. Eles consomem novas estórias, novos autores, com assiduidade. Além disso, as plataformas de e-books proporcionaram visibilidade a muitos escritores que colocaram seu trabalho em vários canais, divulgaram nas redes sociais, dedicaram-se a conquistar a atenção do leitor.  

3 – Você lê mais autores brasileiros ou estrangeiros? Por quê?

Mateus Lins - Não guio minha lista literária por autores brasileiros ou estrangeiros, não faço essa distinção. Leio por qualidade da obra literária, busco escritas criativas, aprofundadas, que clamem por uma qualidade muitas vezes ignorada por gêneros “modinhas”, que clamem pelo contexto artístico da escrita e os saiba explorar muito bem.
Então, me coloco em um ponto neutro, onde tenho lido tanto autores nacionais quanto internacionais em quantidades aproximadas.
Atualmente, estou lendo um livro nacional.

Cássia Cassitas - Depende. Por me propor a ambientar minhas estórias na realidade, faço muita pesquisa e isso me leva aos autores de não ficção brasileiros. Para escrever, adoro fazer paralelos. Por exemplo, como um brasileiro conta para o pai que bateu o carro? Como o italiano, francês, americano? Por trás do fato esta a cultura do povo que os clássicos desvendam em narrativas deliciosas. Então eu leio de tudo um pouco para contextualizar os meus personagens, brasileiros, num mundo onde não haja fronteiras, apenas peculiaridades.

4 – O que podemos fazer para mudar a mente do leitor brasileiro para ler mais livros nacionais?

Mateus Lins - Deixando minha humilde opinião, acredito que deve existir um movimento literário. Não falo de movimentos de promoção, mas de um único movimento que apresente a qualidade e o potencial do bom autor nacional e da boa literatura nacional, fazendo com que esta ganhe os olhares das grandes editoras, apresentando ao público o bom produto nacional e também o exportando. Precisamos quebrar um pouco com a ideia de conhecer um gênero único, mas sermos diversificados em nossas escolhas literárias. E esse movimento pode começar com cada um de nós! Escolher um bom livro nacional que gostar e indicar a um amigo, seja através de facebook, ou mesmo do boca a boca. Nós temos que disseminar essa ideia, apresentar ao brasileiro o Brasil que o cerca. Muitos fazem isso já, porém quando comparados ao todo, os muitos se tornam seu antônimo; poucos portanto os são.
Cássia Cassitas - Gosto da ideia de que atrás da estória, ha muitas historias. Os brasileiros gostam de boas estórias. Precisamos despertar a curiosidade desse leitor e colocar os livros a seu alcance. A distribuição e fundamental e talvez o elemento mais difícil. Alguns leitores me perguntam: onde compro seus livros? Quando não os encontram na livraria de sua preferencia, percebo que se decepcionam. As tiragens de ficção de autores nacionais e muito pequena. As vezes o leitor quer o livro daquele autor e não consegue encontra-lo. A qualidade do serviço de sites especializados como a Amazon ajudarão a driblar essa dificuldade e isso será muito bom para todos.

5 – Deixe sua opinião livre sobre o tema.
Mateus Lins - É um tema intrigante. Interessante e que propicia muito debate. Dentro do nosso mercado encontraremos pensamentos mais radicais que dizem para ler somente nacionais, outros amplamente extremistas e aqueles mais equilibrados. Onde está a razão? É uma boa pergunta e mais um novo conceito relativo. O que é razão para você aplicada nessa questão? Com quem ela está?
Compreendeu caro leitor? É um tema complexo, amplo. Literatura nacional quando boa é algo de fundamental disseminação, propagação. Da mesma forma a estrangeira. Elas completam uma a outra. Elas inspiram uma a outra. Os autores crescem uns com os autores independente de sua nacionalidade.
Uma literatura de boa qualidade é o que queremos. É o que ensejamos. Se ela for nacional, deve ser devidamente valorizada e nós, somente nós, leitores, podemos conceber a estas seu lugar de direito, sua devida atenção.


Cássia Cassitas - Os brasileiros estão lendo mais. E um caminho a ser explorado são os e-books disponíveis nos smartphones. Esta tecnologia coloca o mundo no bolso do passageiro de ônibus, nas salas de espera de consultórios, na mesa da cantina. Quando o livro certo pega seu leitor, ele prefere “virar” a pagina a navegar no Facebook. E nesse caminho, os autores nacionais estão disponíveis. Eu acredito que esse e o caminho e sou muito otimista quanto ao futuro da literatura brasileira.  

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Francilângela Clarindo Realiza Dois Lançamentos em Portugal

Passando aqui hoje para trazer os novos lançamentos da minha querida Francilângela Clarindo, autora cearense. 

O primeiro dos lançamentos é o livro “A Noiva da Colina e Outros Poemas” , que estará sendo lançado oficialmente no dia 28 desse mês, na fundação José Saramago, na cidade de Lisboa, Portugal. Neste novo livro, Francilângela transmite todas as suas emoções, amores e vivências através de poemas que te encantarão do inicio ao fim. Abaixo deixo o convite que a autora e sua editora faz à nós leitores.

O segundo lançamento é “Paz Interior”, outro livro que traz poesias que nos fazem viajar por mundos jamais imaginados. Neste livro a autora consegue transmitir as emoções que os leitores tanto procuram definir e não consegue, em cada poesia Francilângela nos amarra e tira nossa atenção de tudo que está ao nosso redor. Mais um livro que será lançado em Portugal, no dia 05 de Julho, Sede da Associação Portuguesa de Poetas - APP - Rua Américo de Jesus Fernandes,16-A - Olivais - 1800-023 Lisboa.

Fico feliz ao ver nossos autores viajando pelo mundo, fazendo os lançamentos de seus livros encantadores. 

sábado, 14 de junho de 2014

Editora Baraúna lança O Doador de Antônio Walter Nascimento

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O Doador
Autor: Antônio Walter de Andrade Nascimento
ISBN: 978-85-7923-963-2
Formato: 14 x 21 cm
Número de páginas: 190
O Doador  mostra a trajetória de Robson, uma história que apesar de fictícia reflete a história de vida de muitas pessoas. É uma história de aprendizagens, de mudanças de comportamentos, crenças e atitudes, que reconstroem a personalidade do individuo e nem sempre para o bem ou para o mal, como acontece a todos nós.

A vida de Robson seria interrompida muito cedo, se não fosse a doação de Jonas, o gerou para ele uma dívida e uma promessa. Mas essa promessa seria cumprida ou esquecida ao longo de sua vida, como tantas promessas que fazemos?
Que papel representa essa doação, direta ou indiretamente, na trajetória de Robson? E que papel representará, ao longo de quase toda a sua vida, a estranha voz que ecoava em sua consciência, atormentando-o, criticando seus atos e, até mesmo, parecendo querer orientá-lo?
Uma história de dores e prazeres, de erros e acertos, de causas e consequências; uma história de mudanças pessoais, quando as influências sofridas, os apoios recebidos e as decisões tomadas definem o caminho a ser perseguido e o destino a ser alcançado.
É uma história de aprendizagens, de mudanças de comportamentos, crenças e atitudes, reconstruindo a personalidade, nem sempre para o bem e nem sempre para o mal, como acontece a todos nós.
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O autor
Antônio Walter Nascimento é formado em Ciências Biológicas e Geológicas, Psicologia e Pedagogia. Depois de muitos anos como professor universitário na UFMG e na PUC-MG, especializado em Psicologia da Aprendizagem, Neurofisiologia e Psicofisiologia, com atuações como coordenador de cursos e diretor de faculdades, dedicou-se, também por vários anos, ao desenvolvimento pessoal e profissional de executivos e funcionários da Construtora Andrade Gutierrez.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Rola na Amazon: Breterech, Steve, Vitimas do Silêncio e Marcada pelo Fogo

Hoje é dia de saber quais são os principais lançamentos do Site Amazon, um dos grandes tops em e-books hoje em dia. Trago para vocês três dos livros que estão fazendo sucesso no site, mas sempre estarei por aqui trazendo os lançamentos dos nossos autores nacionais.

Breterech, Steve (Spin-off Uma geração. Todas as decisões.)
Para vocês que já conhecem os livros da série: Cisne e Linhagens, o livro é um spin-off da mesma, escrita pela querida autora Eleonor Hertzog.

UMA GERAÇÃO. TODAS AS DECISÕES. – a história dos parece, mas não é. Personagens não são o que parecem, situações não são o que parecem, até mundos não são o que parecem!

Convido-os a conhecer um pouco mais da vida de Steve Breterech, quer dizer, Steve de Radamashi, quer dizer, Konrad... Bom, enfim, ele, que é um dos TOP 10 dos parece, mas não é!


Vítimas do Silêncio – Janethe Fontes
Com uma narrativa surpreendente, a autora mantém o suspense até o fim, fazendo com que o leitor tenha de prender o fôlego para acompanhar essa aventura que traz, a cada capítulo, novas revelações e emoções de um passado que já parecia esquecido.

Vítimas do Silêncio combina ingredientes como Romance, Aventura, Suspense, Sedução e Mistério em um livro que vai prendê-lo do começo ao fim, tendo como pano de fundo a questão do abuso sexual.


Marcada a Fogo (Saga Os Qu4tro Elementos) – Josy Stoque

Como você reagiria se descobrisse que o amor de sua vida é uma fraude? Que construiu sua família com base em uma mentira? Que a pessoa que ama esconde um segredo terrível e inacreditável? Após uma experiência de quase morte, Tamires do Valle passa a enxergar que Gustavo, o homem em quem mais confia, mente. Seu mundo perfeito rui. A relação mística com a ametista, a única peça de seu passado obscuro, se fortalece e descobrir sua origem se torna uma obsessão.

Uma mulher em chamas, consumida pela paixão e pela mentira.


sexta-feira, 30 de maio de 2014

Livros Inesquecíveis: A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas

Tenho uma paixão especial pelo livro “A Dama das Camélias” um dos maiores sucessos literários de Alexandre Dumas, por isso mesmo esse é o livro que trago hoje na nossa coluna Livros Inesquecíveis.

Um dos mais célebres romances do século XIX, A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas, o filho, publicado em 1848 com enorme sucesso, foi adaptado, no ano seguinte, para teatro pelo próprio autor, mas só representado em 1852 e ainda teve nove filmes baseado na estória. Conta-nos a história de amor da belíssima plebeia Margarida Gautier com um jovem da alta burguesia francesa, Armand Duval.
ADAPTAÇÃO PARA O CINEMA DE 1936
Deixando o glamour de Paris, os dois amantes retiram-se para o campo, mas o pai de Armand procura impedir esta relação, implorando a Margarida que deixe o filho devido ao bom nome da família. Margarida, infeliz, aceita abandonar o seu amado, dizendo-lhe que está comprometida, mas enquanto tenta esquecê-lo, mergulhando de novo na vida cortesã, adoece gravemente com tuberculose.
Quando Armand Duval descobre que a renúncia ao amor por parte de Margarida Gautier resulta da pressão do seu pai, é já muito tarde...

A inspiradora deste romance foi a jovem cortesã Marie Duplessi (1824-1847) que Alexandre Dumas filho conheceu em Saint-Germain-en-Laye. O próprio autor, em 1867, afirma que "a pessoa que me serviu de modelo para a heroína de A Dama das Camélias chamava-se Alphonsine Plessis, que compôs o nome de Marie Duplessi por achar que era mais eufónico e sugestivo". Esta jovem, de acordo com Dumas, "era alta e muito esbelta, de cabelo negro e rosto rosa e pálido. Tinha a cabeça pequena, olhos rasgados com o aspeto da porcelana de uma japonesa, mas vivos e finos, os lábios com o vermelho das cerejas e os mais belos dentes do mundo..."

Marie Duplessi ou Rose Alphonsine Plessis nasceu na província, mas mudou-se para Paris, onde se tornou numa deslumbrante cortesã que arrebatava diversos corações, inclusive o de Dumas filho, que se apaixonou intensamente. Questões de dinheiro levam à separação, procurando a cortesã refúgio nos braços do compositor Franz Liszt e, mais tarde, no casamento com o Visconde de Pérregaux.

O fascínio por esta jovem mulher, que morreu com apenas 23 anos, levou Alexandre Dumas a construir Margarida Gautier, a personagem de uma trágica história de amor, que parcialmente o escritor vivera. O próprio nome "Dama das Camélias" resultou do facto de Marie Duplessi gostar de se rodear de flores, mas de se sentir mal com o perfume das rosas, recorrendo às camélias, sem aroma, para enfeitar a sua casa.


Esta narrativa emotiva, marcada pelo lirismo romântico, e cujo tema serviu de inspiração a Verdi, em La Traviata, acabou por, simultaneamente, chocar e fascinar a sociedade da época.